O que se aprende num curso de leitura da aura

Vou dar o meu primeiro Curso de Leitura da Aura. Cinco fins de semana, de novembro a abril, na região da Grande Lisboa, em grupo pequeno.
Este texto é para quem está a pensar nisso e quer saber, em concreto, o que se aprende.
Primeiro, a tua própria energia
Não se começa pelos outros. Começa-se por ti.
Como é a tua energia quando está limpa, e o que muda quando não está. Onde é que o teu cansaço é teu e onde é que é de outra pessoa.
O que acontece ao teu campo depois de um dia difícil, depois de uma conversa com alguém em sofrimento, depois de horas num sítio cheio.
Isto não é introdução ao curso. É a base de tudo o resto. Sem reconhecer o teu, não reconheces o que é de outra pessoa.
Distinguir o que é teu do que apanhaste
Esta é, para muita gente, a razão pela qual chega até aqui.
Sais dos dias com coisas que não são tuas. Voltas para casa com o peso de alguém. Ficas sem energia depois de certas conversas e nunca percebeste bem porquê.
Aprende-se a distinguir. E a partir do momento em que distingues, deixas de carregar aquilo sem dar por isso.
Limpar e proteger
Depois de distinguires, há duas competências práticas.
Limpar o que apanhaste, em vez de esperar que passe sozinho. E proteger antes, quando sabes que vais entrar num sítio ou numa conversa exigente.
Proteger não é fechares-te nem afastares-te das pessoas. É poderes estar presente sem saíres de lá vazia.
Ler energia, não só auras
O curso chama-se Leitura da Aura e é isso que se aprende. Mas a leitura de energia é mais ampla.
Lê-se a aura de uma pessoa. Lê-se também o campo de um sítio, a energia de uma situação, o que muda numa sala quando entra alguém.
Aprende-se a estrutura de uma leitura: como se abre, como se conduz, como se acede à informação daquela pessoa em concreto, e como se fecha.
Fazer uma leitura a outra pessoa
No fim do curso ficas apta a fazer leituras.
Com método, para não ser adivinhação. Com ética, porque estás a lidar com a intimidade de alguém. E com limites claros: saber o que dizer, o que não dizer e onde parar.
Saber o que calar é metade do trabalho, e é a parte de que menos se fala.
E vamos trabalhar as tuas questões
Isto não é um extra do curso. É a condição para o resto funcionar.
Uma leitura só é limpa se quem lê estiver limpa.
O que não estiver trabalhado em ti vai aparecer no que lês nos outros, disfarçado de intuição.
Por isso, ao longo dos seis meses, vamos trabalhar as tuas questões e as do grupo.
Quanto mais trabalhada estiveres, mais neutra consegues ser.
E essa neutralidade não fica nas leituras. Fica em ti, na forma como ouves as pessoas e no que deixas de levar contigo.
Para quem é
Para quem trabalha com pessoas e sai dos dias com coisas que não são suas.
Para quem sente o ambiente antes de o perceber e nunca soube o que fazer com isso.
Para quem quer perceber a própria energia e saber cuidar dela.
E para quem quer fazer leituras a outras pessoas de forma responsável.
Não é preciso experiência nenhuma. Basta teres reparado que sentes coisas e quereres perceber o que fazer com elas.
As datas
Cinco fins de semana: 21 e 22 de novembro, 16 e 17 de janeiro, 20 e 21 de fevereiro, 13 e 14 de março, 10 e 11 de abril. Das 09h30 às 18h30, com uma hora de pausa para almoço.
Presencial, na região da Grande Lisboa, entre 6 e 14 pessoas.
Inscrições até 1 de novembro, ou até o grupo fechar.
Manda-me mensagem para 914 259 950 ou escreve para info@filipalele.pt. Digo-te se ainda há vaga, respondo ao que quiseres perguntar e envio o documento com tudo lá dentro.



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