Há sempre uma saída. Eu posso é não estar a vê-la.
- Filipa Lele
- 27 de fev.
- 1 min de leitura
Ouvi isto e fiquei a pensar em todas as vezes que me senti encurralada, presa num

problema que parecia não ter solução.
Não era falta de esforço. Eu olhava, pensava, voltava a olhar… mas estava sempre no mesmo ponto.
Quando estamos no meio da confusão, a nossa visão fica limitada. É como procurar uma porta no escuro e esquecer que há alguém ali ao lado com uma lanterna.
Pedir ajuda é isso. É deixar que outra pessoa ilumine o que tu não estás a conseguir ver.
Pode ser uma conversa, uma constelação, uma leitura de aura, uma sessão de innerdance … qualquer coisa que te traga um novo ângulo e te lembre que há mais caminhos.
Porque a saída já existe.
E, às vezes, basta outra perspetiva para encontrares a luz.



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